Dos males aos Malês: o inconsciente e a política

Autores

  • Fabíola Menezes De Araújo Autor

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.18568174

Resumo

As palavras deste sacrifício visam ao Ser. O seu destino é o Plano do Simbólico. Nosso objetivo é refletir sobre a estrutura racista e misógina que insiste em nos decapitar em função de conflitos de difícil dissolução. O ato em si de criação e de recriação de conceitos formulados a partir da psicanálise será o nosso principal objetivo. Desejamos curar um inconsciente doente, o moderno da contemporaneidade. Para combater o caráter diabólico do inconsciente de que vamos falar, estipulamos, de antemão, que se ater ao Plano do Simbólico apenas é insuficiente. Para o real 'sair da Caverna’, o uso do vocabulário da psicanálise apenas é pouco. Precisamos de Jacques Lacan em pretuguês. A Música Brasileira, em todas as suas vertentes, já deu provas de sua capacidade de superação. O caráter musical do povo brasileiro nasce de sofrimentos invisibilizados. Nossa base conceitual se divide em três noções livremente criadas a partir de três autores diferentes, quais sejam: Sigmund Freud, Jacques Lacan e Sócrates. Para pensar a estrutura misógina que insiste em se reproduzir no espaço onde habitamos como um mal criamos algumas noções, quais sejam: a de inconsciente freudiano, a de inconsciente lacaniano e a de inconsciente socrático. Nessas noções, visamos unir os planos do Simbólico, do Imaginário e do Real em um combate pela filosofia brasileira, propondo reflexões sobre o Ser invisível que tanto nos marca: as consequências de uma sexualidade recalcada em meio a nossas diferenças de gênero, e de etnia, bebê.

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Publicado

2025-12-15

Edição

Seção

Eixo 6 - Corpo Político e Marginalidades

Como Citar

Dos males aos Malês: o inconsciente e a política. (2025). Revista Peripherica, 1(1). https://doi.org/10.5281/zenodo.18568174